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Ao deixar a direção do IFPR/Irati, Baranoski faz um balanço do crescimento da instituição

Publicado por Ciro Hoje - domingo, 29 de março de 2015 | 05:07


O Instituto Federal do Paraná (IFPR) – campus Irati mudou de direção. O ex-diretor geral do campus, Francis Luiz Baranoski, entregou o cargo a Eliane Inês Filus Zampier, após ter ficado 4 anos à frente da instituição. Ele assumiu a gestão em 2011 e deixou o cargo neste mês de março para se dedicar ao doutorado.

@Kyene Becker/Hoje Centro Sul
 Francis relata que gerir o campus Irati foi um desafio e avalia o trabalho da equipe como positivo. “Foi algo bem desafiador, pois eu nunca havia ocupado um cargo de gestão nesse âmbito. Já havia sido coordenador de colegiado, mas nada algo tão complexo e grande. Eu acho que foi uma experiência positiva e boa. É gratificante olhar para trás e ver todo o avanço que a equipe promoveu”, ressalta.

O ex-diretor destaca que, no início, a equipe encontrou dificuldades, porém, após os resultados, o esforço valeu à pena. “No início, éramos poucos servidores, então, todo mundo fazia um pouco de tudo. Era bem corrido e complicado conciliar tudo. Mas, depois, todo o esforço foi recompensado e ficamos felizes com a evolução”.



Para ele, hoje, a instituição representa um marco educacional para o município e a região Centro Sul do Paraná. “O IFPR tem apoiado e continuará apoiando o desenvolvimento sócio-econômico da cidade. Irati ampliou sua posição de pólo educacional. É muito bom poder ver que os iratienses não precisam sair do município para ter acesso à educação de qualidade”, diz.

Francis ainda ressalta que a maior satisfação durante os 4 anos a frente do campus é a gratidão dos alunos. “Acho que isso foi o que mais me marcou nessa passagem. Muitos alunos ficam o dia todo na instituição, fazendo pesquisas e participando de projetos. Eles se esquecem de ir embora. Essa é a minha maior satisfação, ver que eles estão aprendendo e aproveitando cada espaço da instituição. Além disso, fico feliz em ver o nome do IFPR consolidado na região. A procura é enorme e isso só mostra o quanto crescemos nos últimos tempos”.


Trajetória 
Francis Luiz Baranoski entrou no Instituto Federal do Paraná – campus Irati em 2010, ainda como professor. Ele possui bacharelado em informática pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), mestrado em informática aplicada pela PUC-PR e é doutorando de informática aplicada pela PUC-PR.


Balanço da gestão 2011-2015
Cursos
- Abertura do Ensino Médio Integrado em Informática (2013);
- Abertura do Ensino Médio Integrado em Agroecologia (2014);
- Abertura do primeiro curso superior do campus Irati: Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (2015);
- Discussão e elaboração do PPC para a abertura do curso de Licenciatura em Química (2014);
- Início da discussão para a implantação do curso de Agronomia (2015).

Estrutura e infraestrutura
- Ampliação da estrutura física e do terreno do IFPR – campus Irati;
- Licitação do ginásio de esportes (2014);
- No período foram investidos cerca de R$5 milhões em obras.

Aquisições
- Aumento no número de servidores. Em 2010, a instituição contava com 7 servidores, já em 2015, o número passou para 62;
- Na biblioteca, houve investimento de quase R$400 mil na aquisição de 7.740 livros;
- Houve investimento de mais de R$670 mil nos cursos de Agroecologia e Informática, além de itens para o campus, como aquisição de mobiliário e computadores.

Texto: Kyene Becker/Hoje Centro Sul

DJs lutam pela regulamentação da profissão

Publicado por Redação - sábado, 28 de março de 2015 | 19:49

Você conhece algum disk jockey? Muitos responderiam não a esta pergunta. Entretanto, caso o questionamento fosse você conhecem um DJ, que é a abreviação de disk jockey, provavelmente iriam lembrar de alguém animando uma festa com música eletrônica e levando o público ao delírio.


Antonio Schimanski, mais conhecido como Moska, foi DJ durante muito tempo. Trabalha com áudio desde 1998. Foi no Planeta Casa Show que, há 12 anos, começou a atuar como DJ. Hoje trabalha  como técnico de som e iluminação. Para ele, um bom profissional deve entender de música, de tom, de tempo - por causa da mixagem (mistura de sons, palavras, música, ruídos de fundo) - e precisa ter conhecimento sobre tecnologia para poder usar os equipamentos. “É necessário, principalmente, saber atingir o público que se está trabalhando, porque é diferente tocar em uma rave do que tocar em um casamento ou uma festa de 15 anos, pois é preciso saber agradar o público”, afirma.

No dia 09 de março é comemorado o Dia Internacional do DJ, e mesmo que se tenha muito a comemorar, a categoria ainda carece de uma importante conquista: a regulamentação da profissão.
Regulamentar a profissão é o passo necessário para dar mais seriedade à atividade profissional. O projeto de regulamentação da profissão de DJ já foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas ainda precisa ser votada no Senado. Caso aprovado, o projeto prevê formação em curso técnico de 800 horas ou experiência de 5 anos no ramo para que o artista seja considerado disk jockey.
André Franczak trabalha com som desde os 12 anos de idade. Conhecido como DJ Tubo, atua na área há 13 anos e também mantém uma empresa. Ele acredita que a regulamentação é muito vantajosa. “Só assim separaríamos o joio do trigo, porque o cliente muitas vezes não sabe contratar um bom profissional, às vezes ele pode pegar um DJ inexperiente e irresponsável, e a regulamentação vai tirar os amadores do mercado”, explica.

Profissionalização
Moska afirma que o DJ ainda não é valorizado na região. Hoje ele sustenta a família como técnico de áudio e acredita que se trabalhasse só como DJ teria que complementar a renda com outro trabalho. “São poucos os que conseguem trabalhar só com isso, mas é um campo que está muito aberto, está até difícil encontrar bons DJ’s na nossa região”.
Segundo o DJ Tubo, muitos estão procurando a profissionalização. “Na nossa região os garotos procuram se especializar e estão fazendo cursos, como tem DJ’s que não buscam se aperfeiçoar e acham que o equipamento é suficiente”, diz.

Ele acredita que é possível viver só como DJ se o artista conseguir uma boa casa noturna para trabalhar. “É preciso correr atrás, mostrar serviço e achar um empresário bom para te alavancar”, conclui.

Preconceito
Moska afirma que o preconceito já diminuiu bastante, mas as pessoas ainda não entendem como é a profissão e isso gera certo receio. “As pessoas não sabem quanto um DJ ganha, então, por exemplo, uma mãe não gostaria de ver seu filho DJ, porque não vê futuro na profissão”.

História

Um disk jockey é um artista que seleciona e reproduz músicas para um determinado público em pistas de dança, bailes, clubes, boates e danceterias. O termo, depois abreviado para DJ, foi utilizado primeiramente como denominação para os locutores de rádios que tocavam discos de gramofone, passando para long play, CD, até chegar no MP3.
No rádio, os DJ’s contribuíram na consolidação do movimento Rock and Roll, a partir da segunda metade dos anos 50. Com o surgimento das discotecas na década de 70, os DJ’s conquistaram fama fora do rádio.

Até metade da década de 1990, esses artistas utilizavam apenas discos de vinil em suas performances. Os CD’s já existiam na época, mas não havia equipamentos que permitissem a mixagem. E foi com a popularização do CD que fabricantes desenvolveram CD players com recursos próprios para o disk jockey, conhecidos como CDJ’s.

A propagação do formato MPEG-1 layer 3, o conhecido MP3, trouxe uma nova classe de DJ’s que têm seu trabalho extremamente facilitado. Existem softwares capazes de simular na tela do computador toca-discos ou CDJ’s e o mixer. Alguns apresentam recursos iguais e até superiores aos equipamentos e até podem ser baixados de graça pela internet.

Ana Paula Schreider/ Hoje Centro Sul






Irati: Congregação da Paz da Igreja Evangélica Luterana do Brasil completa 60 anos

Os descendentes de imigrantes alemães que moravam em Irati em 1950 despertaram o interesse em fundar uma Igreja Luterana. Assim, em 16 de janeiro de 1955 foi dado início às atividades da Congregação Evangélica Luterana da Paz, em um imóvel alugado, localizado na Rua 19 de Dezembro, 300.

@Divulgação
Dois meses depois, foi convocada a primeira assembleia para definição da Diretoria da Congregação, ocorrida no dia 22 de março de 1955. Em 24 de agosto de 1955, a Congregação adquiriu sua sede própria. Inicialmente houve grande dificuldade em adaptar-se à nova sede, pois o espaço era muito pequeno. Além de residência da família pastoral, neste mesmo local eram realizados os cultos e as reuniões.

Em agosto de 1960, custeada pelos próprios membros da Igreja, iniciou-se a construção do templo de madeira que levou dois meses para ser erguido. Entre as primeiras famílias que formaram a Congregação estão: Família Boiko; Famílias Mittelbach, Born, Iurk e Felde; Famílias Rost e Rain; Famílias Axt, Deuner, Breitenbach e Formehl; Família Stelle; Família Rech, entre outras.
Em 1995, iniciou-se a construção do templo atual. Parceria, dedicação, dificuldades, fé, companheirismo, doações, mutirões, entre outros fatores, foram essenciais para a conclusão da obra que foi inaugurada em 14 de dezembro de 1997.

A Igreja hoje
A Congregação da Paz de Irati, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, é formada por 230 pessoas. A paróquia que conta atualmente com 350 fiéis, abriga a Congregação da Paz de Irati, de Fernandes Pinheiro e de Rebouças, e mais cinco pontos de pregação em São Mateus do Sul, Rio Azul, Assentamento Avencal em Fernandes Pinheiro, Guamirim e na Vila São João em Irati.

Além dos cultos, onde toda a comunidade é reunida, também há o grupo de leigos (homens), de servas (mulheres) e de jovens. Esses três grupos se reúnem uma ou duas vezes por mês. “Esses encontros acontecem para discussão de conceitos bíblicos e como uma forma de integração entre esses grupos. Também organizamos grupos de estudos bíblicos que acontecem nas casas, uma vez por mês. Para as crianças há a escola bíblica, onde aprendem sobre a palavra de Deus de uma forma mais apropriada para elas”, explica o pastor da Congregação da Paz de Irati, Wylmar Klippel.

Em comemoração aos 60 anos da Congregação, a Igreja organizou uma palestra com o tema “Família, suas convicções e seu testemunho”, uma cantata sobre a parábola do Filho Pródigo, além do culto especial e do almoço.




Ana Paula Schreider/Hoje Centro Sul






Dia Mundial do Rim alerta para a prevenção de problemas renais

Insuficiência dos rins atinge cerca de 10% da população mundial. Entre as principais causas estão pressão alta, diabetes e alimentação rica em sal


O Dia Mundial do Rim foi comemorado no dia 12 de março. No último domingo (22), a Prefeitura Municipal de Irati e a Clínica Renal Iraty realizaram um passeio ciclístico pelas principais ruas da cidade, com o intuito de alertar a população para a prevenção de doenças renais e cuidados com o rim.

Rins saudáveis são essenciais para o bom funcionamento do corpo humano. Suas principais funções são eliminar toxinas e dejetos do metabolismo corporal, como uréia, creatinina e ácido úrico; eliminar o excesso de água, sais e eletrólitos do corpo, evitando o aparecimento de inchaços e aumento da pressão arterial, e atuar na produção de alguns hormônios, como eritropoetina, vitamina D e renina.
Quando algumas doenças começam a se manifestar e o órgão começa a trabalhar de forma insuficiente, diz-se que a pessoa começa a sofrer de insuficiência renal. A doença atinge 10% das pessoas em todo o mundo e, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), metade da população com 75 anos ou mais tem doença renal crônica em diferentes estágios. As principais causas da doença renal em adultos são pressão alta, diabetes e alimentação rica em sal.


@Kyene Becker/Hoje Centro Sul
@Kyene Becker/Hoje Centro Sul

Convivendo com o problema

A descoberta da insuficiência renal, na sua forma mais avançada, geralmente causa espanto nos pacientes. Segundo a assistente social da Clínica Renal Iraty, Cirlene Konceruk Konopka, na maioria dos casos, os pacientes descobrem a doença quando já perderam as funções renais. “Eles chegam assustados na maioria das vezes, pois, quando descobrem o problema, já não tem outro tratamento possível, a não ser a hemodiálise. Geralmente, eles chegam de encaminhamento da emergência. Como muitos não conhecem o processo ou ouvem falar inverdades sobre o tratamento, o baque acaba sendo muito grande, então, é todo um percurso para explicar como o procedimento funciona e orientar o paciente”, afirma.

A Clínica Renal Iraty foi inaugurada em 2003 e, atualmente, atende 84 pacientes, sendo 82 para hemodiálise e 2 para diálise peritonial - em que o próprio paciente, com o auxílio de um familiar, pode fazer o procedimento em casa. A clínica passou por uma ampliação no final de 2012, aumentando o número de vagas para atendimento e proporcionando maior conforto aos pacientes. Ao todo, a instituição atende nove municípios da região Centro Sul do Paraná.

Cirlene ressalta que o intuito dos funcionários da clínica é proporcionar um ambiente agradável ao paciente e aos familiares. “Nós procuramos não pensar pelo lado negativo. Queremos mostrar sempre que aqui eles possuem apoio, queremos que eles se sintam bem aqui. Por isso, sempre realizamos comemorações em datas especiais e organizamos amigo secreto. Muitos gostam de vir pra cá, porque se sentem em casa”, completa.

Darci Ruppel é paciente da clínica há 7 anos. O morador de Rebouças conta que soube do problema renal durante uma visita ao médico de rotina, que o encaminhou com urgência para um nefrologista (médico especialista dos rins). Segundo ele, o susto não foi tão grande, pois os médicos já o prepararam para o tratamento. “Quando cheguei aqui, já estava com a fístula, então, foi tudo mais rápido e eu encarei tudo de maneira mais natural. Além do mais, aqui na clínica somos tratados como filhos. Me sinto muito bem e gosto de vir aqui”, explica.

Ele ressalta que o apoio da família é essencial para o bom andamento do tratamento e garante que a hemodiálise traz maior qualidade de vida para o paciente. “Eu tenho problema de visão por conta da diabetes. Lá em casa, tem uma moça que cuida de mim. Além dela, tenho o apoio dos irmãos e de toda a minha família. É importante você saber que as pessoas estão ao seu lado e vão te auxiliar no que for preciso. Dessa maneira, é mais fácil encarar o tratamento e ver tudo isso de forma natural. Eu procuro orientar as pessoas e explicar sobre a hemodiálise. Com o tratamento, a tendência é que você se sinta melhor e tenha mais qualidade de vida”.

Darci, que também está na fila para o transplante, ainda destaca que o tratamento é algo natural para ele e não se deixa vencer pelas dificuldades. “Com o passar do tempo, vamos tendo uma ou outra dificuldade. É a sequência natural da vida. Vez ou outra eu fico triste por conta da dificuldade visual, já que gostava de pescar e fazer minhas coisas. Porém, a hemodiálise já é algo natural e não fico triste de maneira alguma. No início é difícil, mas depois você acostuma”, diz.

O iratiense João Roberto Bacil Rodrigues também é paciente da Clínica Renal Iraty. Ele enfrenta problemas renais desde 2000, quando iniciou um tratamento para tentar impedir a insuficiência do órgão, que não teve sucesso. Em 2002, João iniciou o procedimento da hemodiálise em Guarapuava, três vezes na semana. Segundo o iratiense, a rotina era cansativa e com a clínica em Irati, tudo ficou mais fácil. “Era muito complicado antes, era cansativo, perdíamos o dia todo em outra cidade e só chegávamos em casa à noite. Com a Clínica aqui em Irati, as coisas ficaram melhores, é mais cômodo e menos cansativo”, afirma.

João explica que quando descobriu o problema, ficou abalado, porém, hoje em dia, convive bem com a doença. “No começo, mexe muito com o seu psicológico e você não aceita de jeito nenhum. Você não pode trabalhar, então, precisa ocupar a cabeça com outra coisa. Tem todo um processo de adaptação, principalmente na alimentação. Como seu rim não funciona, seu corpo não libera todos os dejetos e toda a água, logo, você fica mais inchado. E quanto mais inchado, pior é o tratamento. Então, você precisa se acostumar com uma alimentação mais restrita de líquidos”, ressalta.

O iratiense já recebeu dois transplantes, porém, seu corpo rejeitou o novo órgão. Para ele, o apoio da família se torna essencial. “Eu recebi a primeira doação da minha mãe, fiquei anos com o órgão, mas o corpo rejeitou. Há 11 meses, fui transplantado novamente, mas o corpo não respondeu bem. Eu acho que o apoio da família é primordial. A minha, por exemplo, fica me cobrando pra eu me cuidar. Inclusive, sou casado com uma transplantada. Nos conhecemos aqui na clínica, durante o tratamento de hemodiálise. Então, ter uma estrutura é sempre muito importante”.

Apesar das dificuldades, João encara o problema com alegria e disposição. “Eu não me deixo abalar. Sempre estou fazendo cursos e tentando fazer algo novo, é meu modo de ter motivação na vida. Não é fácil conviver, mas você precisa aprender. Eu não me considero doente. Doente, pra mim, é aquela pessoa que está de cama e eu, ao contrário disso, passeio bastante e sempre faço minhas coisas”, completa.

Desinformação
A assistente social da Clínica Renal Iraty, Cirlene Konceruk Konopka, explica que mesmo com a gravidade do problema e com constantes campanhas de prevenção, a desinformação ainda é grande. “A gente percebe que, quem tem mais informação sobre a doença renal e sobre o tratamento, aceita e encara melhor o problema. Porém, infelizmente, esse número de pessoas ainda é pequeno. Muitas pessoas ainda possuem dúvidas, algumas até pensam que o rim vai voltar a funcionar. A população não está bem informada, muito se fala sobre coração, pulmão e outros órgãos, mas acabam esquecendo do rim, que é tão importante quanto”, afirma.
Ela destaca que a Clínica tem trabalhado em função da prevenção dos problemas renais. “A semana de prevenção é muito importante, pois podemos levar informações corretas para as pessoas. Queremos trabalhar para que as pessoas não precisem chegar ao ponto de ter que enfrentar uma hemodiálise. Nesse sentido, focamos muito nas informações repassadas às crianças, pois elas também encaminham essas mensagens aos pais. Também realizamos blitz e montamos uma tenda, prestando maiores esclarecimentos sobre o assunto”.

Kyene Becker/Hoje Centro Sul


Conselho da Comunidade de Irati recebe visita de Procurador de Justiça de Rondônia

Procurador elogiou o trabalho realizado pelo órgão iratiense e pretende levar exemplos para incentivar o conselho em Rondônia


@Ana Paula Schreider/ Hoje Centro Sul
O Conselho da Comunidade de Irati é considerado, atualmente, um dos melhores conselhos do Paraná. E como reflexo desse trabalho, o procurador de justiça do Ministério Público de Rondônia, Carlos Grott, veio visitar a sede iratiense que se tornou exemplo para os outros conselhos. A visita aconteceu no dia 19 de março, quinta-feira, pela manhã.

Carlos explica que alguns problemas que já foram resolvidos em Irati, ainda não foram definidos em Rondônia, portanto a visita teve o objetivo de documentar o trabalho realizado em Irati e levar como incentivo. “Viemos conhecer o conselho e o que eles estão fazendo. A sede aqui é maravilhosa, um imóvel espaçoso, a nossa sede é uma salinha dentro do Fórum, não temos recurso para nada, não temos carro como eles têm aqui, então queremos levar tudo isso como exemplo”.

Maria Terezinha Szwaidak, presidente do Conselho da Comunidade de Irati,  diz que esse reconhecimento é fantástico. “Rondônia ter a Comarca do Conselho da Comunidade de Irati como exemplo nos deixou enaltecidos, pois é um trabalho que fazemos há muitos anos”.

O que é o Conselho da Comunidade?
O Conselho da Comunidade é um órgão da Execução Penal e tem como objetivo trabalhar com os presidiários e a família dos mesmos. Hoje, em Irati, o órgão  atende 80 presidiários. O  Conselho da Comunidade  realiza visitas aos estabelecimentos penais existentes na Comarca, faz a apresentação de relatórios mensais ao juiz da execução e ao Conselho Penitenciário e busca a obtenção de recursos materiais e humanos para melhor assistência ao preso ou internado.

“O conselho também tem como objetivo trazer a comunidade para participar do processo de inserção social das pessoas que cometeram algum tipo de delito, para que haja uma redução da incidência criminal e uma melhora na qualidade de vida das comunidades”, explica a presidente da Federação dos Conselhos da Comunidade do Paraná, Feccompar, Maria Helena Orreda.

O Conselho tem o apoio de 22 entidades que participam em assembleia para discutir projetos que previnem a violência. Entre elas o Asilo, a Cidade da Criança, o Orfanato, a Pastoral Social da Paróquia Nossa Senhora da Luz, a Guarda Mirim, entre outras. Segundo a presidente do Conselho da Comunidade de Irati, Maria Terezinha Szwaidak, o conselho tem como meta distribuir recursos para essas entidades. “Oferecemos um valor de R$500,00 que é entregue trimestralmente para que as entidades desenvolvam projetos sociais”.

Troca de experiências
O encontro também foi uma troca de idéias e experiências, além da visita, o procurador veio sugerir alguns projetos para implementar no Conselho em Irati. Entre elas, o Apac, Associação de Proteção e Assistência aos Condenados, onde o método consiste na adoção de um modelo carcerário que humaniza as prisões e oferece oportunidades de reinserção social.



Ana Paula Schreider/Hoje Centro Sul




Política em questão


Operação Caçamba
A Operação Caçamba, deflagrada pelo Ministério Público com o apoio do Gaeco há um mês e meio, continua abalando alguns  políticos de Prudentópolis.  No início desta semana, segunda-feira (23),  houve o bloqueio de bens e contas bancárias de parte dos acusados pelos crimes de corrupção, fraudes a licitações, peculato e falsidade ideológica. O bloqueio visa ressarcir aos cofres públicos municipais de Prudentópolis o valor equivalente aos prejuízos que o esquema, coordenado pelo então prefeito Gilvan Agibert, ocasionou. Estima-se que o valor seja de aproximadamente R$ 600 mil.

Operação Caçamba II
A movimentação policial em Prudentópolis chamou a atenção dos moradores. Sobretudo porque dentre os bens bloqueados estão motos, carros e caminhões pertencentes a políticos e empresários. Bens visíveis, ao contrário de dinheiro depositado em contas bancárias (também bloqueados).

UTI em São Mateus (Tem foto)
Na última semana, o prefeito de São Mateus do Sul, Clóvis Ledur (PT), conseguiu junto ao secretário de Estado da Saúde, Michele Caputo Neto, 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o novo hospital da cidade. O prédio do Hospital e Maternidade Dr. Paulo Fortes  será comprado pelo Município para viabilizar a construção de um hospital mais moderno que, graças à parceria entre Estado e Município, também deverá ter leitos de UTI.  Além disso, a Secretaria da Saúde garantiu o repasse de verbas para a manutenção desses leitos durante seis meses, até que o Município consiga realizar o credenciamento do hospital junto ao Ministério da Saúde.

Marisa Lucas é a nova chefe do Núcleo
Marisa Massa Lucas (PSC) é a nova chefe do Núcleo Regional de Educação. Graduada em Pedagogia, ela já ocupou o cargo de vice-prefeita de Irati em dois mandatos, entre 2005 e 2012,  concorreu  a uma vaga na Assembleia Legislativa do Paraná nas eleições 2014, é esposa do ex-deputado estadual Felipe Lucas (PPS) e mãe do vereador Rafael Lucas (PSB). Pela frente, ela terá a missão de representar o governo estadual junto aos  professores e funcionários estaduais da região que, assim como os servidores da educação de todo o Paraná, iniciaram o ano descontentes com as medidas que haviam sido propostas pelo governador Beto Richa.

Rodolfo Solda chefia a 41a Ciretran
Recentemente, quem também assumiu uma chefia de escritório regional do Governo do Estado em Irati foi Rodolfo Solda, de Rio Azul. Ele está no comando da 41a Ciretran. Rodolfo tem 28 anos e é graduado em Engenharia Florestal.

Retorno do ICMS
O deputado estadual Marcio Pauliki (PDT) propôs que cerca de 30% do ICMS pago na conta de luz, telefone e gás volte para o bolso do cidadão. A iniciativa será votada em Plenário nesta quarta-feira (25). Pauliki propôs uma emenda ao Projeto de Lei nº 135/15, do Executivo, que dispõe sobre a criação do ‘Programa de estimulo à cidadania fiscal do estado do Paraná’. O objetivo é permitir que cidadãos e empresas recebam de volta uma parcela dos valores gastos com ICMS e utilizem esse dinheiro para pagar o IPVA ou solicitar um depósito em conta-corrente ou poupança. Para isso, será necessário solicitar a nota fiscal de produtos e serviços e informar o número do CPF ou CNPJ.

Por Letícia Torres/Hoje Centro Sul





Homem morre ao fazer limpeza de poço em Rebouças

Da Redação Najuá, com reportagem de Sérgio Soriani/ Rádio Alvorada 

@Rádio Alvorada 
Trabalhos de limpeza num poço artesiano resultaram numa morte na manhã desta sexta (27), na localidade de Marmeleiro, interior de Rebouças. Uma segunda vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e removida para a Santa Casa de Irati. A solicitação aos bombeiros foi registrada às 10h50.

De acordo com o sargento Visinoni, do Corpo de Bombeiros, ao chegar ao local para o atendimento da solicitação, a equipe verificou a existência de duas vítimas dentro do poço, com 12 metros de profundidade. O resgatista, ao descer, observou que uma delas já se encontrava em óbito. Os bombeiros acreditam que a causa do acidente e da morte de uma das vítimas tenha sido a falta de oxigenação dentro do poço, que estava sendo limpo para uso. “Devido à formação de gases que se acumulam dentro do poço, as vítimas ficaram sem ar para respirar”, explica.

O investigador Ricardo, da Polícia Civil de Rebouças, esteve no local averiguando a situação.

Conforme a Polícia Civil, a vítima foi identificada como José Marcos da Silva, de 40 anos. Nos levantamentos preliminares, a polícia constatou que a morte foi, de fato, ocasionada por acidente e recomenda, também, o cuidado ao executar trabalhos similares.

O corpo de José Marcos da Silva foi encaminhado ao IML de Ponta Grossa. O sobrevivente foi identificado como Sergio Janiski, de 53 anos, foi encaminhado à Santa Casa de Irati, com ferimentos graves com risco à vida.

Sergio foi içado com o auxílio de cordas, por um bombeiro que desceu no interior do poço. Essa vítima já estava sofrendo uma parada respiratória devido à falta de oxigênio no interior da estrutura. “Administramos oxigênio para ela e a retiramos do poço e usamos um aparelho de ar comprimido para descer no poço”, comenta o bombeiro.

O sargento explica que é necessária a adoção de alguns cuidados para a realização desse tipo de serviço, pois no interior desses poços geralmente se acumulam gases. “O que aconteceu aqui foi que uma pessoa passou mal e o segundo que tentou resgatar o que estava passando mal também sofreu um mal súbito com a falta de oxigênio e, se não fosse a chegada da equipe do Corpo de Bombeiros a tempo, seriam duas vítimas em óbito”, avalia Visinoni.

Confira mais no site da Najuá 






Capotamento deixa três feridos na BR-153

@Rádio Alvorada
Da Redação Najuá

Três pessoas ficaram feridas em um capotamento na BR-153, em Rebouças, na manhã de quarta-feira, 25. O acidente envolvendo um veículo Fiat Uno Way ocorreu na localidade de Riozinho de Baixo, no km 345 da rodovia.

A motorista Elizabete Osorio, 40, sofreu ferimentos leves, assim como a passageira Stefani Osorio Wszolek, 18 anos. Uma criança, de 8 anos, também sofreu escoriações leves. As três vítimas foram socorridas pela equipe do Corpo de Bombeiros de Irati e encaminhadas até a Santa Casa de Irati.


 

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